segunda-feira, junho 30, 2008

O valor das coisas

A minha avó sempre dizia, “e você não vale muito mais”?
Mas vó, esse batom é muito caro!
- E sua boca não vale muito mais?
Mas vó, pagar tudo isso num livro!
- E sua cabeça não vale muito mais?
Mas vó, comer naquele restaurante de luxo...
- E você não vale muito mais?
Minha avó sabe o valor das coisas e me ensinou a não me apegar a quinquilharias. Sempre haverá uma jóia verdadeira à qual nos afeiçoar, portanto não há tempo a perder com coisas sem valor. Sempre haverá algo interessante a se fazer.
Vovó não se privou de danças, doces, discos.
O valor das coisas é, muitas vezes, um reflexo do valor que damos a nós mesmos.

3 comentários:

helentry disse...

Parabéns pela avó! Era sábia! Concordo plenamente com ela! Desprendimento também é bom! Há pessoas que acumulam dinheiro e nunca se divertem de fato! Tudo passa, tudo acaba! Já leu O peru de Natal , de Mário de Andrade? se não leu, leia!Não vai se arrepender! Beijos.

helentry disse...

Ah..parabéns pela nova fase! Adoro verde! Acalma, é gradável à vista!Boas energias! Viu,enfim postei aqui!rsrsr

DIARIOS IONAH disse...

eu quero ser uma avoh assim tambem!