segunda-feira, setembro 07, 2009

Segunda-feira, feriado

Essa noite eu sonhei com o Gugu Liberato. Sonhei que ele era homem e tinha se casado com uma mulher. E que eles tinham filhos.
Mas voltando à realidade, hoje é feriado e estou ociosa, com o humor esplêndido de sempre e com preguiça. Sete de Setembro é uma data estonteantemente indiferente para mim, exceto talvez pelo Rally da Independência, mas como é longe, nem ligo.
Pensei em retomar o mundo de RPG que estou escrevendo (mentira, isso só me ocorreu agora) ou dar banho na minha gatinha (só mais tarde). Se não fosse pelo sol, eu sairia. É que gosto de dias claros, ensolarados e com ventinho, mas detesto tomar sol e meu dia acaba se o sol bate na minha cara.
Eu sou a única pessoa que conheço (eu me conheço, oi) que anda por aí de chapéu - de chapéu mesmo - para me proteger do sol. Não é moda. Não é disfarce. É proteção. Por falar nisso, mandem-me links de chapelarias que entreguem na borda do mundo e cujos chapéus sejam lindos e baratos. Ficarei feliz em retribuir indicando lojas de tupperwares e pincéis para gouache.
Estou a fim de fazer compras e meu banco não está me ameaçando, então acredito que ainda posso gastar nos sites de cosméticos, mas tem outra pessoa me vigiando (na verdade não, mas preciso pensar que sim senão vou lá e gasto tudo).
Há um mês ou mais eu resolvi fazer uma horta. Como manda o figurino, encomendei sementes orgânicas de um país distante que vieram por Correio e custaram uma fábula. Plantei-as aleatoriamente em vasos e hoje tenho uma pequena lavoura de alimentos não-identificados (as sementes vieram misturadas e não sei diferenciar um pé de milho de uma couve). Estão a coisa mais linda! Porém os vasos são pequenos e não sei até que tamanho elas crescerão. Se alguém tiver dicas, aceitarei com gratidão.

Um pé de alface. Ou não.

Tudo isso para dizer que estou lendo um livro estranho e estou com preguiça de continuar. Se alguém já leu "Shikasta" da Doris Lessing, por favor me conte o final.
Agora com licença que vou vagar por outros blogs e fazer comentários impróprios.

6 comentários:

OleSchmitt disse...

Amo você. É sempre motivo de alegria quando tem post novo. Lamento que você esteja meio sumida e um tanto reticente (talvez eu tenha dito "reticente" só pra rimar, mas você nunca saberá com certeza).

Isso não é cobrança de nada, viu? Nada no sentido de "ah, escreve mais, etc.". Não posso obrigá-la a se dividir conosto... e é só pra dizer que você me alegra muito com suas elucubrações e que sempre é um prazer passar por aqui.

A propósito, essa coisa aí da foto tenho quase certeza de que é um útero. Pelo menos minha mãe me disse que é daí que nascem as criancinhas, portanto há de ser um útero. Lembro também dela ter falado qualquer coisa sobre sementinhas, que nem você disse... então acredito que logo você será mamãe.

Badá Rock disse...

Tentei postar um comentário no seu blog mas ele me despreza. Não consigo.

OleSchmitt disse...

Pois não é que é mesmo? O desgraçadinho desprezou até a mim mesmo! Resolverei logo. BeijOle

OleSchmitt disse...

Arrumei o blog, Badázita. Tem algumas coisas pendentes mas já dá pra comentar... beijo.

ed disse...

Delícia de post, este, moça.

E eu nunca li esse livro aí, não :-)

Abraço.

Cristina Uetake disse...

Badá... texto gostosinho de ler! Vou passar sempre por aqui!!! Já pensei em fazer uma horta, mas ultimamente só tenho tempo de ver a alface no prato mesmo (e olhe lá!)... rsrs Bjks